sexta-feira, 4 de junho de 2010

Jovem é morto a facadas em Paragominas

Fotos e Reportagem: Bruno Nascimento



O crime aconteceu na última quinta-feira, por volta das 17h, no feriado de Corpos Christi. Um jovem de apenas de 19 anos foi esquartejado em Paragominas, nordeste paraense.
Alguns amigos foram passar o feriado na localidade Colônia do Uraim, cerca de 20 quilômetros de Paragominas. Por volta das 17h30, José Wellesy de Jesus Menezes, 19 anos, mais conhecido por “Dequinha”, estava retornando para cidade, já nas alturas no quilometro 9, na estrada que dá acesso a Colônia do Uraim. Segundo testemunhas, um rapaz desconhecido surpreendeu Wellesy em seguida começou a golpear com várias tesadas, em seguida o esquartejou. O crime teria sido de forma fria, deixou às vísceras expostas; seu pescoço quase se desmembrou do corpo; um dos golpes quase chegou partir seu crânio; sua bochecha chegou abrir; três buracos ficaram expostos em teu tórax, além de vários outros golpes expostos pelo seu corpo.
A morte de “Dequinha” causou revolta em quatro adolescentes. Além de Leonardo de Jesus Santos, 18, vulgo “Nonô” que iniciaram uns “baculations” em algumas pessoas que estavam naquele local. Eles perguntavam quem teria matado seu amigo, para que eles pudessem vigar a morte do seu amigo. Eles começaram fazer baderna no local. Em poder deles, havia armas brancas. As revistas eram feitas nas pessoas que eles desconfiavam, eles estocaram com golpes certeiros em Olício Texeira de Souza, 19 anos, que ficou atingido com uma facada do tórax e Felipe Nascimento, 19, foi golpeado com uma facada em sua barriga em seguida foram encaminhados para o Pronto Socorro Municipal de Paragominas.
Uma guarnição comandada cabo Lemos, Corpis, juntamente com o soldado Jozias se deslocaram para cena do crime, e avistaram um menor com ferimentos nos pés, juntamente com seus amigos. E os conduziu para o PSM de Paragominas. Ao chegar à Unidade de Urgência e Emergência encontraram os dois que eles próprios esfaquearam, onde houve um principio de tumultuo, mas, controlado pela guarnição.
Ao perceber o comportamento dos menores e de “Nonô”, os Policiais Militares, então, os conduziram para 13ª Seccional. Ao serem interrogados, negaram participação no crime.
Um popular passava no local, foi até a Seccional de Paragominas avisar sobre o corpo de “Dequinha” que estava em um matagal às margens daquela estrada municipal. Os investigadores D’ellecon Oliveira, Paulo Guerreiro e Paulo Henrique, foram até o local e conduziu o corpo de Wellesy para o Necrotério que funciona no Hospital Municipal, em seguida foi encaminhado para o Centro de Pericias Científicas “Renato Chaves” de Castanhal.
O crime ainda continuava embaraçado até as 16h de ontem. Então à delegada Maehnalva Helena, o escrivão José Renato, investigador D’ellecon Oliveira, esperaram os dois esfaqueados sair da sala de cirurgia e voltarem aos seus estados conscientes para fazer algumas perguntas. Eles reconheceram os quatro menores e “Nonô” como autores das facadas. Além de “Nonô”, dois adolescentes de 16 anos outros dois de 17.
Segundo a mãe de “Dequinha”, ela desconfia que seu filho tenha sido confudido com um desafeto de um bandido. “Meu filho tinha, assim como um ex-detento da Seccional, cabeço pintado de vermelho, acho que eles confundiram com meu filho. Mais ele não tem passagem por Delegacia alguma”, abalada, disse Maria de Lourdes Braga de Jesus.
O autor do esquartejamento continua foragido, além de mais três que acompanhavam os menores e o “Nonô”.
Os menores foram feitos apreendidos em flagrante por atos infracionais, já “Nonô” foi autuado em flagrante por tentativa de homicídio, pela delegada Maehnalva Helena.
Denuncie: A Polícia Civil de Paragominas pede para quem tiver alguma informação que possa levar os criminosos para trás das grades, ligar para o telefone (091) 37294977 ou disque denuncia (181)




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