| Há anos que a travessia sobre o Rio Capim é feita através de balsa. A ponte, de pouco mais de cem metros, ligaria Paragominas à Tomé-Açú. |
É de impressionar a falta de respeito das autoridades estaduais com relação aos moradores desta região. Entra ano sai ano, entra governo e sai governo e a ponte que liga Paragominas à Tomé Açú, sobre o Rio Capim nunca foi construída. Um verdadeiro absurdo termos que esperar horas para atravessar um rio de pouco mais de cem metros.
Sem querer entrar no mérito, mas a empresa que é dona daquela balsa, só pode ter muita força política em detrimento dos empresários que precisam passar por ali diariamente. Uma verdadeira mina de ouro que deve favorecer uns poucos.
| Veículos na fila, do lado de Ipixuna do Pará aguardam para entrar na balsa com destino à Paragominas |
Os preços praticados dão uma lucratividade enorme diariamente. Por exemplo, um carro pequeno paga R$ 8,90. Uma carreta carregada ou vazia, paga em média R$ 50,00. Se o proprietário tiver que passar duas vezes, o preço é duplicado e não tem "nem choro e nem vela". Levando-se em consideração que a balsa começa a funcionar às seis da manhã e para às seis da tarde, com travessia de meia em meia hora.
A pergunta é: Por que os empresários e a comunidade não se mobilizam para dar fim à uma situação que vem se arrastando há dezenas de anos? Bem, tomamos conhecimento que o governo Jatene deve tomar a dianteira e dar um basta na situação. É uma esperança que todos os que necessitam passar pelo Rio Capim diariamente depositam agora no deputado eleito Sidney Rosa.
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