quarta-feira, 2 de março de 2011

Ônibus da Boa Esperança que saiu ontem de Belém com destino à Paragominas foi assaltado.

Um bandido foi morto e outro surrado pelos passageiros
Após acertar a cabeça do bandido, homem se identificou como policial e sumiu. Comparsa foi surrado por demais viajantes.

Um assaltante foi baleado e morreu ontem à noite dentro de um ônibus intermunicipal, na rodovia BR-316. O comparsa dele foi agredido por passageiros e encaminhado para atendimento médico em estado grave. O fato foi por volta das 21 horas, e a polícia ainda não tem pistas de quem efetuou o disparo que atingiu a cabeça do assaltante. Após atirar, ele disse que era policial foi embora. Até o fechamento desta edição, o assaltante morto ainda não tinha sido identificado e o nome do ferido não foi divulgado. 

O ônibus da empresa Boa Esperança saiu do terminal rodoviário de Belém e tinha o município de Paragominas como destino. Os dois acusados subiram em uma parada para veículos intermunicipais, localizada nas proximidades da Prefeitura Municipal de Ananindeua (PMA), na altura do KM-8 da BR-316. Logo que entraram no coletivo, os acusados anunciaram o assalto. Um deles, que não estava armado, começou a roubar os objetos dos passageiros, colocando dentro de uma mochila. O outro, mais nervoso, tinha um revólver e ameçava de morte quem olhasse diretamente para ele.

O motorista do ônibus, Lorenei Silva, de 34 anos, contou que o assaltante armado ficou quase todo o tempo na parte da frente. "Ele estava muito nervoso. Quando passamos pela barreira da Polícia Rodoviária, eu pensei em bater em um dos cones, na tentativa de avisar algo aos policiais, mas ele (assaltante) repetia o tempo todo que eu não fizesse nada", contou.

Em um determinado momento, quando o outro assaltante revistava os ocupantes do ônibus em busca de dinheiro e objetos, ele percebeu que um passageiro estava armado. Questionado, o passageiro disse que não era policial, e que tinha a arma para sua segurança. O homem que já estava armado pegou a segunda arma e ficou com duas, uma nas mãos e a outra na calça. "Ele dizia pra não olharmos diretamente pra eles, pois não queria matar ninguém. Mas aparentava muito nervosismo. Mesmo assim, os passageiros tentaram manter a calma durante o assalto", disse o músico Manoel Carvalho, de 25 anos.

Depois da barreira da Polícia Rodoviária Federal (PRF), nas proximidades da ocupação Almir Gabriel, um outro homem armado dentro do coletivo efetuou um disparo que atingiu a janela do coletivo. Assustado, o assaltante armado virou-se e foi atingido por um tiro na cabeça, vindo da parte traseira do coletivo. Ele morreu na hora e tombou ao lado do motorista, na entrada do intermunicipal. 

Em seguida, os passageiros conseguiram segurar o outro assaltante, que aparentava ser menor de idade. Ele foi bastante agredido, principalmente na cabeça.
O motorista Lorenei Silva parou o veículo e a polícia chegou ao local. O ferido foi encaminhado para o Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE) em estado grave, segundo os próprios passageiros. Não foi possível confirmar o estado de saúde ou idade dele junto ao hospital.

Testemunhas tiveram que passar por cima do corpo
Os ocupantes tiveram dificuldades em sair do veículo, já que o corpo do assaltante estava na área da porta. Eles foram auxiliados pelos policiais. A empresa mandou outro ônibus para que os passageiros seguissem viagem. O cobrador do ônibus, de prenome Alex, relatou que, há cerca de 15 dias, o mesmo assaltante roubou os passageiros do ônibus que fazia a mesma linha. Naquela ocasião, ele estava acompanhado de outro rapaz e também uma mulher. O assalto ocorreu naquelas imediações, e foi bem sucedido. "Quando ele entrou, eu reconheci logo. Mas desta vez não teve sorte", afirmou.

De acordo com o policial rodoviário Callai, estavam sendo tomadas as providências para registro do fato e identificação do morto. "Aparentemente, ele está sem documentação. E quanto à pessoa que efetuou os disparos, ainda não sabemos de quem se trata", explicou. O caso foi registrado na Seccional Urbana de Marituba.

Sidney Rosa continua no governo de Simão Jatene

“Tenho 500 funcionários na minha empresa em Paragominas e nunca tive nenhuma ação trabalhista contra mim. O caso da fazenda da minha família no Maranhão já foi resolvido pela Justiça do Trabalho daquele Estado, onde ganhei por unanimidade. A Justiça entendeu que não houve trabalho escravo. A sentença fala em trabalho degradante e por isso o caso foi parar na Justiça Federal. Até ação por indenização eu ganhei. Houve apenas multa de R$ 10 mil a ser recolhida para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT)”.

O relato, em forma de desabafo, é do secretário de Projetos Estratégicos do governo paraense, Sidney Rosa. Segundo ele, as denúncias de que usava trabalho escravo em sua fazenda não passam de “carnaval e armação política” de pessoas derrotadas que tentam atingi-lo e também, por tabela, atacar o governo. Ele adiantou ao DIÁRIO que não pretende pedir seu afastamento do governo e ouviu de Jatene que o governador não irá exonerá-lo. Com decisões da Justiça do Trabalho nas mãos, Rosa explicou o que definiu como motivação do processo contra ele.

Em 2003, no começo do governo Lula - narra o secretário -, Socorro Gomes, então delegada regional do Trabalho, mandou seus fiscais para Paragominas com a finalidade de “revirar tudo” contra a empresa de Rosa, que na época era prefeito de Paragominas. Como não encontraram nada no Pará, a DRT do Maranhão entrou em ação. Na fazenda Vitória - parte em seu nome e outra parte em nome do pai e de um irmão -, apesar de todos os empregados estarem legalizados, o irmão dele contratou 40 trabalhadores para roçar pasto durante 30 dias.

O responsável pela contratação dos trabalhadores, o maranhense de Açailândia conhecido por “Salu”, ainda de acordo com o secretário, tinha alguns problemas na região. O irmão de Rosa exigiu que as carteiras dos trabalhadores fossem assinadas e isso foi feito por “Salu”, mas a fiscalização já tinha decidido fazer a autuação da fazenda.

O secretário conta que os fiscais fizeram o laudo em nome dele, o que caracterizaria “coisa dirigida”. Feito isso, começou o processo trabalhista no Maranhão. E mesmo sem ter nenhum sindicato ou funcionário exigindo indenização, o Ministério Público do Trabalho do Maranhão exigiu uma indenização moral, na ordem de R$ 7 mil por trabalhador, que dava um total de R$ 250 mil.

ENCERRADA
De dezembro de 2003 a 2009, ele alcançou a vitória na fase final do processo. A sentença da Justiça do Trabalho descaracterizou o trabalho escravo e admitiu trabalho degradante. Além disso, derrubou o pedido de indenização por dano moral e arbitrou multa de R$ 10 mil a ser recolhida ao FAT. Em outra decisão da Justiça, em outubro de 2009, foram retiradas outras obrigações pedidas pela Procuradoria do Trabalho.

Para Rosa, no Maranhão, a ação trabalhista está encerrada. Mas, se quiser, a Procuradoria do Trabalho poderá apelar ao Tribunal Superior do Trabalho (TST). Se não houver recurso, a decisão trabalhista será levada ao âmbito da ação penal na Justiça Federal. No caso de trabalho degradante, que implica em outras questões que envolvem direitos humanos, a Justiça Federal chamou para ela a competência para processar o atual secretário. Os advogados ainda podem pedir o trancamento da ação penal.

“Fiquei sete anos do meu mandato de prefeito totalmente ausente dos meus negócios”. A fazenda Vitória, onde ocorreu a autuação dos fiscais do trabalho, foi vendida dois meses depois do episódio. “O meu desgosto com isso foi tão grande que eu consegui fazer com que a família vendesse a fazenda”, completa o secretário.

O Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Paragominas, assim como a Ordem dos Advogados do Brasil, seção de Paragominas, emitiram notas de apoio após operação dos fiscais na fazenda. Na nota, o sindicato destacou que conhece Rosa há 22 anos e testemunha sua “seriedade como cidadão e patrão, não conhecendo nenhum fato que possa desabonar sua conduta.” (Diário do Pará)

Curtíssimas desta quarta-feira

** Não sei o que prolifera mais, se o mosquito aedes aegipty ou cachorro. Quanto mais a prefeitura recolhe os cachorros, mais eles se multiplicam.
** A mulher mais feliz do mundo é a mulher do Saci. Porque se ela levar um pé na bunda quem cai é ele.
** Câmara de Paragominas vai colocar no ar a Rádio Câmara On Line em poucos dias. Projeto de Resolução neste sentido já está nas Comissões Permanentes.
** Moradores do bairro Promissão III reclamam de demora na coleta do lixo. Fui lá ver e comprovei.
** Fechamento dos bares, segundo determina a “Lei do Silêncio”, já trouxe bons dividendos. Diminuiu registros de ocorrências na delegacia e mortes por violência.
** Vereador Zé Pedro denunciou que não tinha servidor público para fazer Boletim de Ocorrência de morte por assassinato na madrugada de sábado na 13ª Seccional.
** Na madrugada de sábado, um rapaz foi assassinado quando retornava para casa depois de participar de uma festa no Bairro Promissão III.
** Detentos do Presídio de Paragominas estavam comercializando drogas dentro da instituição. Descobertos, os presos foram presos.
** Vereador Cabo Maurício pediu trinta dias para cuidar da saúde. Médico indicou repouso absoluto em virtude de uma diabete braba.
** Sexo é igual vestibular. Não importa a posição, o importante é entrar.
** Presidentes de Partidos foram convidados para uma reunião na Câmara para discutirem democraticamente número de vereadores para a próxima legislatura. Será quinta-feira, 03, às 16 horas.
** Donos de bares da Rua Paulo VI, no bairro Cidade Nova procuraram os vereadores ontem para que seus comércios sejam reabertos. Estão passando necessidade.
** Das cinqüenta câmeras de monitoramento espalhadas pela cidade, pelo menos 60% já estão em pleno funcionamento.
** Duas adolescentes fugiram de casa ontem. Moradoras do Jaderlândia, as meninas têm 13 anos cada. Ao que parece fugiram com dois meninos da mesma idade.
**Vereadores AD Santos e Robertinho fizeram convocação da tribuna da Câmara ontem para membros do Conselho Tutelar. Estão insatisfeitos com o serviço prestado.
** Continua o desrespeito. Várias ciclistas ainda passeiam na Praça Célio Miranda colocando em risco a vida de crianças.
** Vem aí o feriadão do Carnaval. Bancos fecharão na sexta-feira e só voltarão a funcionar na quarta-feira de cinzas.
** Prefeito Adnan pediu paciência aos moradores na questão da iluminação pública. “Neste período de chuvas as lâmpadas queimam mais e o trabalho de reposição é mais lento”, disse o prefeito.
** Nestes tempos de guerra contra a dengue e terrenos abandonados, bem que alguns moradores deveriam capinar as frentes de suas residências.
** Paragominas começa a entrar definitivamente na era da moradia vertical. Já repararam que começaram a aparecer vários prédios com quatro ou cinco andares?
** Amanhã, lançamento oficial do GUIA DE COMPRAS JORGEQUADROS.COM guia comercial para micro e pequenas empresas. Elas também merecem.
** Câmara aprova projeto que reduz taxa de iluminação pública para a Floraplac. A empresa pagava quase trinta mil reais de iluminação pública. Economia gerará mais emprego, garantem diretores.
** Vereador Pixilinga dará entrada em Projeto de Lei para redução de taxa de iluminação pública na zona rural.
** TENHO DITO !

LEIA AINDA HOJE NESTE SITE:

Câmara de Vereadores de Paragominas aprova Moção de Apoio ao secretário de Projetos Estratégicos Sidney Jorge Rosa.
Texto transcrito na íntegra do documento assinado por todos os vereadores e encaminhado para o Governador Jatene, Assembléia Legislativa, Ministério Público e outras entidades.

Entidades pedem a saída de secretário Sidney Rosa

DIÁRIO DO PARÁ
Edição de 01.03.11
 
O secretário de Projetos Estratégicos do governo estadual, Sidney Rosa, estaria com sua permanência no cargo ameaçada em razão de responder a processo criminal na Justiça Federal do Maranhão pela prática de trabalho escravo. A pressão para que Rosa seja exonerado parte da Comissão Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo e da Frente Estadual pela Erradicação do Trabalho Escravo, entidades da qual fazem parte Ministério Público Federal (MPF), Ministério Público do Trabalho (MPF), Ministério Público Estadual (MPE), Ordem dos Advogados do Brasil, Associação dos Magistrados Trabalhistas da 8ª Região (Amatra 8), Organização Internacional do Trabalho, Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República e outras, que cobram uma posição sobre o caso do governador Simão Jatene.

A secretária de Direitos Humanos da Presidência da República, Maria do Rosário, assinou ontem um ofício ao governador, pedindo providências no caso. Jatene, por ocasião do Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, que reuniu entidades envolvidas com a causa nos dias 28 e 29 de janeiro passado, assinou carta-compromisso contra o trabalho escravo, que exterioriza “a adesão e comprometimento do governo do Estado por essa luta”, segundo os participantes do encontro.

Eles declararam terem ficado “sensibilizados” com a atitude de Jatene e é em nome disso que apelam para a coerência dele ao afastar Rosa do governo. A “Carta de Belém”, assinada por todas as entidades, afirma que, em virtude de Jatene ter assumido o compromisso, não faça a nomeação ou indicação para cargo público de “qualquer pessoa envolvida com a prática do trabalho escravo” e que “prontamente exonere qualquer pessoa que ocupe cargo público de confiança sob sua responsabilidade”.

O processo que tramita pelas mãos do juiz José Magno Moraes, da 2ª Vara da Justiça Federal de São Luís (MA) já ouviu Rosa e outros acusados, mas ainda não conseguiu intimar para depor José Pereira da Silva, o “Salu”, conhecido “gato”- responsável pela contratação de trabalhadores escravos para fazendeiros-. dono de um hotel em Açailândia (MA), que sistematicamente vem fugindo da justiça. Até buscas, sem sucesso, na Receita Federal e no Tribunal Eleitoral do Maranhão já foram realizadas, por determinação do juiz, para localizar o endereço do réu.

Segundo o relatório do Ministério Trabalho e da Delegacia do Trabalho do Maranhão, 40 trabalhadores foram encontrados por agentes federais em “condições degradantes” e em “regime de escravidão” na fazenda Vitória, de propriedade de Sidney Rosa, que em 2003, na ocasião do fato, era prefeito de Paragominas.

Na fazenda, localizada no município de Carutapera (MA), na fronteira com o Pará, segundo a auditora fiscal do trabalho Virna Soraia Damasceno, os trabalhadores, além das péssimas condições, não tinham carteira assinada e viviam em sistema de endividamento, que caracteriza trabalho escravo.
Virna informou que os trabalhadores foram levados de Açailândia até Paragominas e de lá para a fazenda Vitória. Em Açailândia, eles eram alojados no Hotel Pioneiro, de propriedade de “Salu” e lá contraíam as primeiras dívidas, antes mesmo de chegar ao Pará. Além do hotel, Salu também estaria usando casas alugadas para alojar os trabalhadores.
 
INTERMEDIAÇÃO

Ao chegar em Paragominas, a negociação com o “gato” foi feita por um irmão de Sidney Rosa, conhecido como Júnior, que intermediou a ida dos trabalhadores para a fazenda Vitória, transportados por “Salu”. Uma vez na fazenda, os trabalhadores foram obrigados a assumir as dívidas pelos alojamentos em condições desumanas e pela alimentação precária que recebiam no local. O contrato de trabalho dizia que cada trabalhador deveria ganhar R$ 87,00. Somados os salários, aviso prévio e outros direitos trabalhistas, Rosa foi obrigado a pagar R$ 27 mil de indenização. “

O secretário Sidney Rosa, que é deputado eleito pelo PSDB licenciado para assumir a Secretaria de Projetos Estratégicos, disse que, embora a fazenda seja dele, não era de seu conhecimento que havia trabalhadores escravos na propriedade.
 
“Foi meu irmão quem contratou o “Salu”e nós não sabíamos que ele tinha antecedentes de trabalho escravo no Maranhão”. Ele assinalou que todos os funcionários efetivos da fazenda têm carteira assinada e boas condições de trabalho.

Rosa informou que fez um acordo com a Procuradoria do Trabalho do Maranhão e que não há mais nenhum problema com sua fazenda. “Pagamos tudo que devíamos aos trabalhadores e passagem deles de volta para o Maranhão”. A fazenda Vitória, segundo suas declarações, não possui mais nenhuma pendência com o Ministério do Trabalho, que inclusive teria retirado o nome da empresa da “lista” de contratantes de mão de obra escrava. (Diário do Pará)

terça-feira, 1 de março de 2011

Celeridade na execução

Atenção, devedores! A cobrança de execuções trabalhistas em todo o País segue, agora, o modelo de títulos inscritos em cartórios de protesto e serviços de proteção ao crédito, como o Serasa e o SPC, aprovado recentemente pelo Colégio de Presidentes e Corregedores de Tribunais Regionais do Trabalho.

A expectativa é de que a nova prática reduza significativamente o estoque de 2,3 milhões de sentenças que aguardam execução na Justiça do Trabalho. O melhor é que nem precisa de reforma na legislação: lei federal já autoriza a cobrança como títulos. Basta que os tribunais se mobilizem para fechar convênios com institutos de protesto de títulos e serviços de proteção ao crédito.

Bancos fecham no Carnaval e só reabrem na quarta-feira de cinzas

Quem tiver contas que vencem nos próximos dias 7 e 8 de março, terça e quarta-feira, respectivamente, poderão realizar o pagamento na quarta-feira (9) após às 12h, sem qualquer valor a mais.

 A informação foi publicada, nesta terça-feira (1º), pela Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN). As contas de consumo (água, luz, telefone e TV a cabo, por exemplo) e os carnês que, porventura, vencerem nos dias 7 e 8 de março poderão ser pagos no próximo dia útil, 9 de março, sem incidência de multa. Os tributos, normalmente, já estão com a data ajustada pelo calendário de feriados (federais, estaduais e municipais).

Os clientes podem agendar nos bancos os pagamentos das contas de consumo ou pagá-las (as que têm código de barras) nos caixas automáticos e equipamentos de auto-atendimento, ou ainda nos correspondentes, como lotéricas, Correios e outros estabelecimentos comerciais.

Os bancos deverão afixar cartazes em todas as agências informando o calendário de atendimento para o período do Carnaval e Quarta-feira de Cinzas.

Redação Portal ORM

Ministério alerta para risco de sífilis e demais doenças transmitidas pelo beijo

O Ministério da Saúde alertou hoje (1º) para o risco de contrair doenças, sobretudo sífilis, por meio do beijo na boca durante o carnaval.

O ministério destacou que a enfermidade é mais conhecida como uma doença sexualmente transmissível (DST), mas que também pode ser transmitida pela saliva, por causa de pequenas feridas na boca.

A transmissão da sífilis pelo beijo depende da fase da doença, já que a ferida aparece apenas em um segundo momento. A ferida nem sempre está na parte de fora dos lábios, o que prejudica a identificação de pessoas infectadas.

O ministério lembrou ainda que, caso as feridas estejam localizadas no pênis ou na vagina, a sífilis pode ser transmitida por meio de relação sexual sem camisinha.

Dados da pasta indicam que, a cada ano, são registrados quase 1 milhão de novos casos de sífilis no Brasil. A recomendação é utilizar sempre o preservativo – inclusive durante o sexo oral – e ficar atento para feridas na boca de parceiros.

Fonte: Agência Brasil

Paragominas - Donos de bares da Rodovia dos Pioneiros são chamados na Câmara de Vereadores

Vereador Maurício fêz a solicitação e foi
prontamente atendido.
Foto: Jorge Quadros

Preocupado com a grande incidência de crimes em balneários públicos, o vereador Cabo Maurício solicitou na reunião ordinária da Câmara na semana passada a presença de proprietários destes estabelecimentos para que alguns temas sejam esclarecidos e que a Lei sobre o uso dos limites do Rio Uraim, seja respeitada.

LEI Nº 598/2006
CRIA A ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL - APA DO RIO URAIM, REGULAMENTA O USO E OCUPAÇÃO DO SOLO ÀS SUAS MARGENS E O EXERCÍCIO DE ATIVIDADES PELO SETOR PÚBLICO E PRIVADO.

Os donos destes bares deverão readequar suas propriedades aos horários determinados em outra lei e poderão ser até fechados caso não dêem segurança aos banhistas e clientes. "Sr. Presidente, fiz uma rápida pesquisa entre moradores e frequentadores dos balneários que ficam na Rodovia dos Pioneiros e o número de mortes é de assustar. Além das muitas brigas que acontecem todos os finais de semana. Nenhuma família pode ir à esses locais porque é correr risco de vida", disse o vereador Maurício.

A solicitação do vereador Cabo Maurício, que é primeiro secretário da Câmara de Vereadores, foi prontamente atendida e a reunião está marcada para as 16 horas desta quinta-feira (03).

UFPA faz feedback da Educação a Distância em Dom Eliseu

Aluno César Roberto Mendes faz considerações sobre Educação
à Distância em Dom Eliseu. 
A educação a distância em nível regional, observa-se que dentre os estados da região norte, o estado do Pará concentrava, entre os anos de 2007 e 2009, 46,1% das 16.589 vagas nos curso de ensino superior no sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB). Apesar do estado, em 2007, não possuir por este sistema cursos na modalidade à distância, é fato o expressivo crescimento estadual do número de vagas no sistema UAB, que aumentou de 2.850, em 2008, para 4.795, em 2009, o que representa elevado crescimento de 68% em apenas um ano.

Seguindo uma tendência mundial e objetivando expandir e interiorizar a educação superior pública e gratuita no país por meio do apoio articulado de instituições públicas de educação de ensino superior e municípios, o estado possuía em seu gigantesco território, em 2009, pólos de apoio presencial em 33 dos seus 143 municípios, distribuídos em todas as suas grandes mesoregiões (UAB, 2010).

Na Amazônia o termo "a distância" tem significado mais amplo, pois, trata-se de uma região peculiar por possuir grande número de municípios geograficamente isolados devido a precariedade ou inexistência, em muitos casos, de infraestrutura de transporte para o deslocamento de seus habitantes, e em consequência disso, dificultando a institucionalização do sistema presencial de ensino superior. Assim, constata-se que a modalidade a distância é uma alternativa capaz de atender a demanda por serviços de educação e formação profissional nestas localidades.

O município de Dom Eliseu/PA fez parte de uma pesquisa que trata da caracterização e análise do atendimento das demandas profissionais nos municípios do estado do Pará por meio do curso de Bacharelado de Administração Pública a distância desenvolvido pela UFPA. Desse modo, o referido município que possui um pólo de apoio presencial do sistema UAB com o curso supramencionado, além dos municípios de Benevides e Oriximiná, foi escolhido como foco da pesquisa, dentre outras razões consideradas pelos autores do trabalho, devido algumas peculiaridades como: sua localização estratégica e a miscigenação de sua população ocasionada pela migração.

Para o levantamento de informações da pesquisa foi realizada uma visita ao pólo presencial de Dom Eliseu/PA, onde por meio do diálogo, coordenadores (de pólo e de curso), professores, tutores e alunos discutiram ideias e opiniões, relacionadas ao primeiro semestre letivo de 2010. Logo após estas discussões, foram distribuídos questionários que subsidiarão tomadas de decisões quanto a direcionamento das ações levando-se em consideração o contexto educacional local.

A pesquisa se baseou exclusivamente no feedback obtido pelos discentes como o “termômetro” sobre o processo de Institucionalização do Curso de Bacharelado em Administração Pública no município de Dom Eliseu. Embora a percepção de outros atores envolvidos neste processo seja fundamentalmente considerada para a análise do curso, o foco principal foi o discente, por considerarmos este como o principal ator de qualquer processo de ensino e de aprendizagem; o cliente; aquele que está na ponta do trabalho de uma equipe que tem como propósito a formação de qualidade, no sentido de se vislumbrar a habilitação profissional demandada pelas esferas públicas do mercado de trabalho, seja estadual, municipal ou federal.

No entanto, vale ressaltar que, por meio da pesquisa realizada e pela experiência vivenciada desde a implantação do curso, obteve- se que as limitações e dificuldades em Educação a Distância se assemelham. Trata-se, sobretudo, de uma questão de adaptação cultural, onde há um câmbio da educação tradicional para uma forma diferenciada de educação que requer maior autonomia e reflexão dos discentes, capacitação por parte da equipe EAD, adaptação tecnológica e a ampliação do grupo de trabalho, na medida em que a Educação a Distância se expande nos pólos.

O curso de Bacharelado em Administração Pública a distância, Pólo de apoio presencial de Dom Eliseu/PA, que funciona na Escola Estadual Manoelito Sandy de Andrade, possui cinquenta alunos, a maioria residente no município de Dom Eliseu, alguns residentes em outros municípios do estado do Pará, como Rondon do Pará, Marabá, Paragominas e Tucumã, e do Maranhão, como: Açailândia e Itinga. O pólo de Dom Eliseu possui parceria com a prefeitura local.
FALHA (o navegador deveria exibir algum conteudo em Flash, e naum isto).

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