Como a cidade de Tomé-Açú fica na mesma região de Paragominas, analisamos a matéria e resolvemos publicá-la para que sirva de exemplo para toda a população.
Conselho Tutelar de Tomé-Açu investiga imagens de menina de 13 anos se relacionando com doze meninos
Vários adolescentes participaram de um vídeo fazendo sexo com uma menina no município de Tomé-Açu, no nordeste paraense. Em três partes, as cenas mostram doze meninos conversando, acariciando e mantendo relações sexuais com uma adolescente de 13 anos, estudante da Escola Estadual Doutor Fábio Luz. A gravação teria ocorrido após uma festa da escola, no sábado, dia 1º de maio, em uma sala de aula, com o consentimento e incentivo do vigilante da instituição, que deu preservativos aos jovens, além de ter acobertado a ação. O Conselho Tutelar do município está investigando o caso, com o acompanhamento dos pais de cada adolescente. A escola tomará as providências cabíveis conforme parecer do Conselho. Segundo os boatos que correm pelo colégio, a menina teria consumido bebida alcoólica e entrado na escola no final da festa. Após ser filmada em cenas de sexo com alguns dos meninos em uma parte escura da quadra da instituição, ela e os rapazes teriam sido trancados, conscientemente, em uma sala de aula pelo vigilante da escola. Lá foram gravadas mais cenas de sexo com a menina. Dos doze meninos, oito são estudantes de duas escolas municipais de Tomé-Açu e quatro estudam na Fábio Luz, sendo três alunos do ensino fundamental e um do ensino médio. A adolescente é aluna do ensino fundamental. Um aluno, que não quis se identificar, contou que todos os outros estudantes estão se sentindo prejudicados, pois os jogos, que seriam iniciados na próxima semana, e outras atividades extraclasse foram suspensas por conta do fato. Uma funcionária da escola, que também preferiu não se identificar, contou que a programação estará suspensa enquanto o caso do vídeo dos estudantes não for resolvido. "As atividades foram suspensas até se saber o que aconteceu, porque é preciso esclarecer a situação aos pais. Não queremos divulgar coisas imprecisas", disse a funcionária. Ela acredita que o problema é social, "que está acontecendo lá fora e veio refletir aqui na nossa escola", disse a mulher, garantindo que a escola não ficará de braços cruzados para o acontecido. O Conselho Tutelar e a Polícia Civil não foram encontrados para falar sobre o assunto.
isso e muito feio p escola publica
ResponderExcluirachei um absurdo isso,pois durante o tempo q eu estudei nunca tinha acontecido isso
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